27 de março de 2008

Os bichos

A gatinha Nina

Nina seria seu nome. Nina chega perto e vira de barriga pro céu. Ela quer carinho. Nina deita do meu lado e me dá beijinhos com sua língua áspera. Nina se chama Nina de tão pequenina que é. Que vontade de ninar Nina! [mas ela cospe bola de pêlos...]

O gatinho Tomás

Podem dar bola de lã, bola de papel alumínio, bola de meia, que Tomás nem dá bola. Tomás quer correr sem rumo, pular no ombro e cheirar o pescoço de sua dona. Menino-gato, Tomás quer mais é paz. [Tomás tem uma pinta na ponta do nariz...]

O cachorro Bob

Sem lenço e sem documento, ele apareceu. Seu primeiro nome ninguém sabia, mas conquistou todos com sua pinta de sangue bom. Carinho pra dar era o que não faltava! Até que, em um belo-dia-feijuca-feliz, Negão arranjou uma família e foi batizado mais uma vez. Bob é seu nome; Marley, sobrenome. [Bob tem um pêlo que faz inveja aos maiores adeptos do rastafári...]

O cachorro Lênin

Com nome e figura imponentes, de botar medo até em grandes russos, Lênin mostra a alma no primeiro olhar. É doce, desajeitado [seu corpo é muito grande pra sua meninice toda] e bom. Ele olha pra você e te chama pra brincar. Mas se você faz que num viu, que não tá nem aí, ele insiste. Porque ele gosta da brincadeira e quer dividi-la com você. Então, marotamente, chega perto, dá uma lambidinha na sua mão e sai correndo. [Lênin é branco como a neve, grande como o seu coração...]

14 comentários:

Carlos Assis disse...

O Lênin correu no quintal pra me contar que leu e adorou. Hahaha!
Beijos, linda.

Helô Beraldo disse...

Hahahaha! E a Nina, como será que ela está? Humpf! [hehehehe!] Vou mesmo é ficar com a opção "Peixe beta". [rs]
Beijos!

Carlos Assis disse...

E ele vai ter um post só pra ele! Hahaha.
Beijos.

Helô Beraldo disse...

Como você adivinhou? [hahahahaha!]
Beijos, lindo!

Toma disse...

A minha Nina não é tão pequenina...já se chamava assim quando a adotamos. Ela também vira de barriga pro céu e quer carinho...deita do meu lado e me dá beijinhos...Ela adora ser "nimada"...Ah, ela é uma cachorra.
Coincidência...
Também tínhamos um Bob...Apareceu sem lenço e sem documento. Só sabíamos que seu nome era Bob. Carinhoso, pinta de sangue bom...o adotamos. Um dia, um "sem alma" o envenenou...Saudades dele...
Belos textos como sempre, Helô
Grande beijo!

Helô Beraldo disse...

Oi, Toma!
Que coincidência! Sem alma mesmo os que envenenam bichinhos indefesos... :o(
Os bichos sempre nos deixam lembranças boas, né? Menos um, que eu tive, que era o poodle mais besta fera que eu conheci, hahaha!
Sabe, me empolguei e vou continuar os textos sobre os bichos aqui.
Volte sempre, você é muito bem-vindo!
Beijo!

John disse...

Com umas ilustrações, renderia uma boa história infantil :-)

Helô Beraldo disse...

Oi, John! Tudo bem? Verdade, rs...:o) Beijo!

Helô Beraldo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sílvia disse...

Oi, Helô
Que graça este post!
Eu adorei e o Tomás também.
beijão, querida.

Babi disse...

é sempre uma delícia quando você despeja essas melodias que fazem parte de você por aqui, helô :).

Helô Beraldo disse...

Oi, Síl! Que bom que vocês gostaram! :o)

Oi, Babi! Tô com saudade de você e de vocês todos por aí! Vai ter texto [em breve] dos cachorros de tia Lúcia, claro! rs
Beijos querida!

Sílvia disse...

Helô, cadê você?
Estou com saudades do seu cafezinho!

Helô Beraldo disse...

Síl, voltei! rs :o)
Café fresco e batizado com conhaque, hehehe! Beijos!